Sessões de Outubro

Calendário de Sessões para Outubro

  • Dia 3: Sessão pública;
  • Dia 10: Sessão doutrinária ;
  • Dia 17: Sessão pública;
  • Dia 24: Sessão de desenvolvimento mediúnico;
  • Dia 31: Sessão pública.

 

Orixás do mês

No mês de Outubro, saudamos na Umbanda no dia 12, a data em comemoração as crianças, e também saudamos neste dia a Orixá Oxum, que também tem no sincretismo com Nossa Senhora Aparecida, a qualidade de “Oxum velha”, ou Oxum Docô para os cultos de nação.

Oxum na Umbanda

 Oxum preside a devoção e o amor materno, a respeitabilidade e a direção consciente no sentido das relações com harmonia entre os humanos.

Senhora das águas doces, rios, riachos, lagos, igarapés é o símbolo da busca constante dos valores familiares, pugnando pela concórdia da família universal, enlaçando-a com doçura e verdadeiro amor.
Oxum é a ternura envolvente para as criaturas. Sua “graça”, seus cânticos, sua dança e maneiras, jamais sensuais, têm a presença da humildade e do carinho materno para com todos os devotos.
Oxum é a suave medianeira dos filhos até OLORUN, o grande Pai. Sua singeleza, nunca posta em dúvida, integra os fatores preponderantes das mil provas de indulgências e benefícios para com todos os seres, sem distinção de qualquer natureza, esperando receber, em seu âmago, aqueles que enveredam pelo caminho da Realização.
Senhora do perene amor e dos valores excelsos, sempre pronta e dadivosa para doar seus filhos de fé toda a messe de virtudes de que é detentora.
Seus cânticos são tristes e lamentosos. Suas atenções sempre dignas e cheias de resignação, dirigindo-se em advertências aos devotos de Umbanda.

“Na beira do rio
Onde Oxum chorou…
Chora aieê ieu,
Olha os filhos seus…”

-o-

“Eu vi mamãe Oxum na cachoeira
Sentada na beira do rio,
Colhendo lírio, lírio ê,
Colhendo lírio, lírio ê,
Colhendo lírio para enfeitar nosso Congá…”

Sua presença nos cursos de água doce é uma constante, estendendo-se também aos pés das cachoeiras ou a na superfície dos rios onde se reflete um céu cheio de promessas e de cintilantes estrela dadivosas…

Fonte: Babalorixá Omolubá

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